O capitão James T. Kirk sobe na nave, faz um gesto para o engenheiro-chefe e diz:"Energia, Sr. Scott." Em seguida, a USS Enterprise explode. Enquanto um feixe de energia pura de 1000 megatons despedaça a nave, o capitão e sua tripulaçcão são absorvidos pelo espaço sideral.
Isso nunca acontece em Star Trek, porém segundo os físicos, isto é o que ocorreria na vida real. Este cataclismo seria o efeito produzido ao liberar-se energia suficiente para desmeterializar o corpo do capitão Kirk em um "transportador de raios".
Inclusive antes de Kirk ser desmaterializado, o transportador teria que fazer a leitura de cada um dos átomos de seu corpo.Fora a incrível tarefa de armazenar tal quantidade de informação e o tempo que levaria para recupera-la, uma lei de mecânica quântica torna impossível, em primeiro lugar, a leitura da configuração desses átomos com exatidão.
Nas histórias de Star Trek, viaja-se na velocidade de luz e são utilizados os transportadores luminosos. Estes recursos, segundo Lawrence Krauss em seu livro The Physics of Star Trek, estão muito longe de tornarem-se realidade.
No filme Parque dos Dinossauros, os dinossauros eram recriados a partir do DNA encontrado no interior de insétos pré-históricos. Na realidade, a complexidade do DNA é o fator pricipal da improbabilidade de obter-se desta forma, uma cadeia molecular completa. Porém os cientistas estão trabalhando na busca de uma solução. Utilizando a enzima DNA polimerase (foto), os cientistas podem conseguir reproduzir o material genético original. Teoricamente, os trechos vazios do DNA recuperado podem ser preenchidos com essas repreoduções.

DNA polimerase